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Casos

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Todos os casos publicados, na ordem em que as famílias autorizaram.

Janela de uma sala pequena com uma escrivaninha encostada na parede
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Famílias que escreveram a entrada antes de o primeiro dia chegar

Relatos de clientes que concluíram o trabalho, publicados com autorização.

Ler todos os casos
Meu filho passou seis meses na expedição com prazo escrito. No sétimo mês ele mudou de área porque a folha dizia isso, não porque eu decidi.
Aparecida N. · sócia de uma rede de papelarias
Quem avaliou meu filho foi o gerente de produção. Eu li a avaliação depois de assinada, como qualquer sócio leria.
Getúlio R. · dono de uma indústria de colchões
A descrição do cargo tirou a frase “ele está aprendendo” da boca de todo mundo. Passou a existir uma função com nome.
Marlene S. · sócia de uma rede de lavanderias
O documento serviu para o meu filho e, dois anos depois, para a minha sobrinha. Ninguém teve de inventar regra nova no meio do caminho.
Astrogildo P. · sócio de uma fábrica de tintas
Meu marido queria pular a parte de escrever. Foi ele quem mais usou a trilha quando a equipe começou a perguntar de quem ela recebia ordem.
Vanderleia C. · sócia de uma rede de pet shops
As folhas de troca de área viraram a base da conversa sobre o cargo seguinte. Sem elas, seria a minha memória contra a dele.
Hamilton B. · diretor de uma empresa de climatização
Minha filha pediu para começar em uma área que eu nunca teria escolhido. A conversa individual foi onde isso apareceu.
Judite A. · sócia de uma rede de óticas de bairro
A política de entrada aprovada em conselho encerrou uma discussão que voltava em todo Natal.
Célio M. · sócio de uma transportadora de cargas leves
Dúvidas comuns

O que as famílias perguntam sobre a entrada de um filho

Oito perguntas que aparecem quase sempre, respondidas sem rodeio.

Com que idade faz sentido entrar?

Não trabalhamos com idade, e sim com condição: cargo descrito, área definida e avaliador que não seja o pai ou a mãe.

E se a pessoa não quiser entrar?

O documento também serve para isso: registra que a porta existe e não está sendo usada, sem que a decisão vire assunto permanente em casa.

Precisa ter experiência fora antes?

Muitas famílias exigem, e quando é o caso escrevemos a exigência na política, com tempo mínimo e tipo de experiência aceita.

Quem paga o salário dessa pessoa?

A empresa, como paga qualquer funcionário. A descrição do cargo entra na mesma tabela de funções da casa.

E se o responsável da área for contra?

A avaliação dele é registrada como está. O acordo diz o que acontece nesse caso: nova área, prazo diferente ou encerramento da etapa.

Vocês fazem teste de perfil?

Não aplicamos testes. Trabalhamos com conversa, descrição de tarefa e avaliação de quem acompanha o trabalho de perto.

O que acontece ao fim da trilha?

Uma reunião de conselho lê as folhas de cada etapa e decide o passo seguinte. A decisão vai para ata, com prazo.

Dá para fazer só a descrição de cargo?

Dá, e é um pedido frequente. Mas costumamos sugerir o mapa de áreas junto: sem ele a descrição fica sem lugar dentro da empresa.

Alguém da família vai começar a trabalhar na empresa

Conte quem é, em que área pretende entrar e o que já foi combinado. Devolvemos por escrito um desenho de trilha para discutir. Por telefone: +55 21 97092-4114.

Conversar sobre o caso