O que fica
O que a família guarda na pasta quando o trabalho termina.
A trilha por áreas
Ordem das áreas, tempo em cada uma e o que se espera ao fim de cada etapa.
A descrição do cargo
Uma página com função, tarefas, horário e a quem a pessoa responde.
O mapa de áreas
Quem responde por cada parte da empresa e quais delas recebem aprendiz.
As folhas de avaliação
Um registro por etapa, assinado pelo responsável da área, não pelos pais.
A política de entrada
O mesmo texto valendo para o próximo familiar que quiser começar.
A ata do acordo
O que foi lido, ajustado e assinado na reunião com a família reunida.

Cargo sem descrição vira cargo que todo mundo interpreta
Quem entra pela porta da família chega com um problema que nenhum outro funcionário tem: ninguém sabe dizer se ele está ali para aprender, para mandar ou para observar. A trilha existe para responder isso por escrito, antes do primeiro dia.
Um cargo de verdade, com descrição
Nome do cargo, área, tarefas, horário e a quem responde. A descrição é a mesma que valeria para qualquer pessoa de fora naquela função, e é lida em voz alta na reunião em que é aprovada.
Quem avalia não é o pai nem a mãe
A avaliação de cada etapa fica com o responsável da área. Pai avaliando filho produz dois problemas de uma vez: a nota não convence ninguém e a conversa vira assunto de jantar.
Etapas curtas, com prazo escrito
Três a seis meses por área, com data de início e de fim. Etapa sem fim marcado vira permanência silenciosa, e a família descobre isso dois anos depois.
Registro de cada troca de área
Ao trocar de área fica uma folha com o que foi feito, o que faltou e o que o responsável recomenda. É essa pilha de folhas que sustenta a conversa sobre cargo mais adiante.
A regra vale para o próximo também
A trilha é escrita como política, não como exceção para uma pessoa. Quando o segundo filho ou o sobrinho quiser entrar, o texto já existe.
Famílias que escreveram a entrada antes de o primeiro dia chegar
Relatos de clientes que concluíram o trabalho, publicados com autorização.
Ler todos os casosMeu marido queria pular a parte de escrever. Foi ele quem mais usou a trilha quando a equipe começou a perguntar de quem ela recebia ordem.
As folhas de troca de área viraram a base da conversa sobre o cargo seguinte. Sem elas, seria a minha memória contra a dele.
Minha filha pediu para começar em uma área que eu nunca teria escolhido. A conversa individual foi onde isso apareceu.
A política de entrada aprovada em conselho encerrou uma discussão que voltava em todo Natal.
Alguém da família vai começar a trabalhar na empresa
Conte quem é, em que área pretende entrar e o que já foi combinado. Devolvemos por escrito um desenho de trilha para discutir. Por telefone: +55 21 97092-4114.
Conversar sobre o caso