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Consultoria para empresa familiar

Consultoria de empresa familiar, aberta em 2015

Somos uma consultoria de empresa familiar. Abrimos em 2015, somos sete pessoas e atendemos empresas em que filhos, sobrinhos ou netos dos donos começam a trabalhar no negócio.

Grupo pequeno reunido em pé diante de um mural com etapas escritas

A consultoria existe desde 2015 e hoje tem sete pessoas: cinco consultores que entrevistam, conduzem reuniões e escrevem, uma pessoa que cuida dos cadastros e da agenda e um sócio-fundador que acompanha as famílias com mais de um ano de trabalho conosco.

Nossos clientes são empresas familiares com dois a oito sócios e de dez a duzentos funcionários — fábricas pequenas, distribuidoras, redes de lojas, oficinas e serralherias. Quase todas nos procuram no mesmo momento: quando um filho, sobrinho ou genro está entrando no negócio. Atendemos Rio de Janeiro e a baixada; fora disso, com deslocamento combinado antes.

O trabalho começa com entrevista individual de uma hora com cada sócio e com cada pessoa que já ocupa cargo de chefia. Depois vem o desenho das áreas, a descrição dos papéis e a reunião com a família reunida. O texto de cada acordo sai em cinco dias úteis e volta para leitura com prazo escrito na capa.

Todo documento que escrevemos é redigido para valer também para o próximo familiar, e não apenas para o primeiro: regra escrita para uma pessoa só costuma ser lida, mais tarde, como privilégio.

O que não fazemos: não somos advogados e não registramos nada em cartório; não cuidamos de folha, imposto ou contabilidade; não recrutamos nem demitimos por conta do cliente; não avaliamos empresa e não opinamos sobre divisão de participação entre irmãos; e não aceitamos trabalho contratado por um sócio contra outro — quem assina a proposta é a empresa.

Função com nome escrito

O cargo do familiar é descrito como seria para alguém contratado de fora.

Quem avalia não é o pai

Quem acompanha o trabalho no dia a dia avalia; os sócios leem depois.

Toda etapa com prazo

Início e fim por escrito, para permanência ser decisão e não inércia.

Política, não exceção

O texto vale para o próximo familiar que vier, não só para o primeiro.

Como montamos a trilha

Cargo sem descrição vira cargo que todo mundo interpreta

Quem entra pela porta da família chega com um problema que nenhum outro funcionário tem: ninguém sabe dizer se ele está ali para aprender, para mandar ou para observar. A trilha existe para responder isso por escrito, antes do primeiro dia.

Regra 01

Um cargo de verdade, com descrição

Nome do cargo, área, tarefas, horário e a quem responde. A descrição é a mesma que valeria para qualquer pessoa de fora naquela função, e é lida em voz alta na reunião em que é aprovada.

Regra 02

Quem avalia não é o pai nem a mãe

A avaliação de cada etapa fica com o responsável da área. Pai avaliando filho produz dois problemas de uma vez: a nota não convence ninguém e a conversa vira assunto de jantar.

Regra 03

Etapas curtas, com prazo escrito

Três a seis meses por área, com data de início e de fim. Etapa sem fim marcado vira permanência silenciosa, e a família descobre isso dois anos depois.

Regra 04

Registro de cada troca de área

Ao trocar de área fica uma folha com o que foi feito, o que faltou e o que o responsável recomenda. É essa pilha de folhas que sustenta a conversa sobre cargo mais adiante.

Regra 05

A regra vale para o próximo também

A trilha é escrita como política, não como exceção para uma pessoa. Quando o segundo filho ou o sobrinho quiser entrar, o texto já existe.

Casos

Famílias que escreveram a entrada antes de o primeiro dia chegar

Relatos de clientes que concluíram o trabalho, publicados com autorização.

Ler todos os casos
A descrição do cargo tirou a frase “ele está aprendendo” da boca de todo mundo. Passou a existir uma função com nome.
Marlene S. · sócia de uma rede de lavanderias
O documento serviu para o meu filho e, dois anos depois, para a minha sobrinha. Ninguém teve de inventar regra nova no meio do caminho.
Astrogildo P. · sócio de uma fábrica de tintas
Meu marido queria pular a parte de escrever. Foi ele quem mais usou a trilha quando a equipe começou a perguntar de quem ela recebia ordem.
Vanderleia C. · sócia de uma rede de pet shops
As folhas de troca de área viraram a base da conversa sobre o cargo seguinte. Sem elas, seria a minha memória contra a dele.
Hamilton B. · diretor de uma empresa de climatização

Alguém da família vai começar a trabalhar na empresa

Conte quem é, em que área pretende entrar e o que já foi combinado. Devolvemos por escrito um desenho de trilha para discutir. Por telefone: +55 21 97092-4114.

Conversar sobre o caso