Plano de entrada
- Conversa com sócios e com quem entra
- Mapa de áreas da empresa
- Trilha com prazos e avaliadores
- Descrição de cargo assinada
Trabalhamos com empresas de dono e de irmãos que estão recebendo a geração seguinte. Executamos cinco serviços: acordo de sócios, conselho da empresa com regimento, separação entre família e gestão, roteiro de entrada do herdeiro no trabalho e preparação da passagem do comando. Tudo termina em documento escrito, com prazo e responsável. Não advogamos, não fazemos folha nem contabilidade e não assumimos cargo dentro do cliente.

É a lista completa do que a consultoria executa. Não é cardápio de ideias: cada linha corresponde a um trabalho com prazo, encontros marcados e documento entregue no fim.
Trilha por áreas com tempo em cada uma, o que se espera ao fim de cada etapa, quem avalia e em que folha isso é registrado. Vem com a descrição do cargo e com a política de entrada válida para qualquer familiar.
Entrevistas, minuta e duas leituras com prazo. Cobre voto, quórum, entrada e saída de sócio, venda de participação, entrada de cônjuge e a regra de quando um herdeiro passa de funcionário a sócio.
Composição, convocação, quórum, pauta, ata e calendário anual. Montamos o conselho, escrevemos o regimento em quatro páginas e conduzimos as duas primeiras reuniões para o formato pegar.
Mapa de áreas e descrição de papéis, uma página por pessoa: o que decide, o que assina, a quem responde. Separa o que se discute na diretoria do que se discute em reunião de família.
Lista das decisões que hoje passam pelo fundador, ordem e data de cada transferência, papel escrito de quem deixa a direção e o comunicado curto que a equipe recebe quando a mudança começa.
Quem entra pela porta da família chega com um problema que nenhum outro funcionário tem: ninguém sabe dizer se ele está ali para aprender, para mandar ou para observar. A trilha existe para responder isso por escrito, antes do primeiro dia.
Nome do cargo, área, tarefas, horário e a quem responde. A descrição é a mesma que valeria para qualquer pessoa de fora naquela função, e é lida em voz alta na reunião em que é aprovada.
A avaliação de cada etapa fica com o responsável da área. Pai avaliando filho produz dois problemas de uma vez: a nota não convence ninguém e a conversa vira assunto de jantar.
Três a seis meses por área, com data de início e de fim. Etapa sem fim marcado vira permanência silenciosa, e a família descobre isso dois anos depois.
Ao trocar de área fica uma folha com o que foi feito, o que faltou e o que o responsável recomenda. É essa pilha de folhas que sustenta a conversa sobre cargo mais adiante.
A trilha é escrita como política, não como exceção para uma pessoa. Quando o segundo filho ou o sobrinho quiser entrar, o texto já existe.
A tabela abaixo mostra em que semana cada coisa acontece, quem precisa estar presente e o que fica escrito ao fim. É esse plano que combinamos na primeira reunião.
| Semana | Etapa | Quem participa | O que fica escrito |
|---|---|---|---|
| 1 | Conversa com quem é sócio Expectativa de cada sócio sobre a entrada; o que já foi prometido e a quem. | Sócios | Folha de expectativas |
| 2 | Conversa com quem vai entrar O que a pessoa quer aprender, o que já sabe fazer e o que não quer fazer. | Quem entra | Resumo da conversa |
| 3 | Mapa das áreas Quais áreas existem, quem responde por cada uma e quais aceitam aprendiz. | Responsáveis de área | Mapa de áreas |
| 4 | Desenho da trilha Ordem das áreas, tempo em cada uma e o que se espera ao fim de cada etapa. | Sócios e responsáveis | Trilha em rascunho |
| 5 | Descrição do cargo Nome, tarefas, horário, a quem responde e como a avaliação é feita. | Responsável da primeira área | Descrição assinada |
| 6 | Reunião de acordo Leitura conjunta com a família, ajustes na hora e assinatura das duas partes. | Família reunida | Ata e trilha final |
| 7 | Política de entrada O mesmo texto generalizado para quem vier depois, aprovado em conselho. | Conselho | Política escrita |
Os três desenhos abaixo cobrem situações diferentes. Em todos, a lista do que é entregue está escrita na proposta antes de qualquer assinatura.
Relatos de clientes que concluíram o trabalho, publicados com autorização.
Ler todos os casosMeu filho passou seis meses na expedição com prazo escrito. No sétimo mês ele mudou de área porque a folha dizia isso, não porque eu decidi.
Quem avaliou meu filho foi o gerente de produção. Eu li a avaliação depois de assinada, como qualquer sócio leria.
A descrição do cargo tirou a frase “ele está aprendendo” da boca de todo mundo. Passou a existir uma função com nome.
O documento serviu para o meu filho e, dois anos depois, para a minha sobrinha. Ninguém teve de inventar regra nova no meio do caminho.
Meu marido queria pular a parte de escrever. Foi ele quem mais usou a trilha quando a equipe começou a perguntar de quem ela recebia ordem.
Oito perguntas que aparecem quase sempre, respondidas sem rodeio.
Não trabalhamos com idade, e sim com condição: cargo descrito, área definida e avaliador que não seja o pai ou a mãe.
O documento também serve para isso: registra que a porta existe e não está sendo usada, sem que a decisão vire assunto permanente em casa.
Muitas famílias exigem, e quando é o caso escrevemos a exigência na política, com tempo mínimo e tipo de experiência aceita.
A empresa, como paga qualquer funcionário. A descrição do cargo entra na mesma tabela de funções da casa.
A avaliação dele é registrada como está. O acordo diz o que acontece nesse caso: nova área, prazo diferente ou encerramento da etapa.
Não aplicamos testes. Trabalhamos com conversa, descrição de tarefa e avaliação de quem acompanha o trabalho de perto.
Uma reunião de conselho lê as folhas de cada etapa e decide o passo seguinte. A decisão vai para ata, com prazo.
Dá, e é um pedido frequente. Mas costumamos sugerir o mapa de áreas junto: sem ele a descrição fica sem lugar dentro da empresa.
Conte quem é, em que área pretende entrar e o que já foi combinado. Devolvemos por escrito um desenho de trilha para discutir. Por telefone: +55 21 97092-4114.
Conversar sobre o casoQuem vai entrar, em qual área, e o que já está combinado com os outros sócios.
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